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A ASSESSORIA JURÖDICA POPULAR NO MARCO DO PENSAMENTO DECOLON IBD

DIALéTICA
11 / 2020
9786558774396
Português

Sinopse

O presente trabalho versa sobre a Assessoria Jurídica Popular (AJP), direitos e saberes construídos nas resistências populares. O objetivo central da pesquisa foi identificar se a AJP pode ser considerada um modo decolonial de pensar e de construir o Direito.Parte-se da hipótese de que a AJP se constrói como um instrumento contra-hegemônico que afirma o Pluralismo Jurídico e é um contraponto ao Direito e à advocacia convencionais, propondo-se à construçao de novos direitos e novos conhecimentos jurídicos e a dar visibilidade às pessoas invisibilizadas, apoiando, assessorando e fortalecendo as lutas por direitos dos movimentos e organizaçoes populares. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, mas que também utilizou-se de recursos como estudos de documentos, notas, publicaçoes populares e alternativas, sítios, blogs, etc., instrumentos utilizados por movimentos sociais e pela AJP para dar visibilidade às suas teses, denúncias e reivindicaçoes. Apresenta-se a abordagem metodológica utilizada no trabalho e a relaçao da pesquisadora com o tema da pesquisa, passando pelas trilhas do ser nordestina na Regiao do Sisal no sertao da Bahia. Trabalha-se o estado da arte da assessoria jurídica popular e o marco teórico do 'Pensamento Decolonial'. Apresenta-se uma experiência concreta de trabalho de AJP a partir da atuaçao na Ocupaçao urbana de luta por moradia, Comunidade Dandara, em Belo Horizonte, Minas Gerais e conclui que a AJP é um modo decolonial de pensar e de construir o Direito. 10